A Visibilidade do invisível

Pela ponta da batuta e pelo olhar do maestro percebo o vigor do desejo obstinado pela vontade do querer decifrar um sentimento expresso por um pensamento, escrito em um momento para um som, ocupando o espaço, através da razão, mas ainda é pouco.

Daí inicio à pesquisa da Visibilidade do Invisível, começada em Agosto, tema da minha próxima exposição para 2008, ainda sem lugar definido.
Deveria ter anotado o nome o maestro, retirei a foto do NYTimes.

Absolutamente nenhuma

O que é absolutamente necessário na pintura não faz falta nenhuma, serve apenas para mostrar o que já era visível.
Como o pintor mostra só o que vê, suas preferências, moderação poderia refletir palpitação, testemunho de insegurança.
Talvez a imperfeição encontre caminhos conforme os contornos expressam as formas, daí os que buscam sua realidade dificilmente a imperfeição supera a perfeição.

O ângulo da visada

O lugar do ângulo.
Na cruzada, o ponto.
O ponto no lugar.
Nos pontos o espaço.

Gn 22.2

ISAQUE/MORIÁ

Modishness

Com há os "Monuments of Passaic" do Smithson em New Jersey e o "Complex One" do Heizer em Nevada, encontrei algumas peças aqui em São Paulo.


É muito curioso a idiossincrasia desse 2 artistas para com a atualidade, apesar do descompasso do tempo entre ambos.

Mãe é Mãe


Tenho um amigo que diz: Mãe que é mãe é virgem.
Tremenda bobagem, mãe nenhuma é.
O certo é: Mãe que é mãe tem que ser bonita, passear de carro esporte conversível como a minha.
Casou, vendeu o carro e eu nasci.

O que procurar?

Deus ou religião?

Co ordenadas


Nota, para definir o ponto há ordenadas, duas no mínimo.

Também para o caminho, onde quero chegar.
Tenho que procura-las.


Para o encontro não importa as línguas, há a obstinação do desejo.



Na língua dos homens - land-art


A Luz é o ponto, marcado.
Sem velocidade, simplesmente luz.
Sem velocidade porque não há distância, ela não existe.
Marca o ponto e determina o lugar.
O que eu quero. Posso tudo.

BMW-Chris Bangle

O Christopher Eduard Bangle, um americano de Ohio, nascido em 14 de outubro de 1956 é o chefe de design do Grupo BMW.

A BMW chamou-o para tornar o design dos seus produtos definidor, como foram na década de 80. O Chris consegui, hoje seu desenho já está marcando uma época. Outras marcas do grupo, Mini Morris (o motor é fabricado no Brasil , ganhador vários prêmios, pelo sistema de combustão) e Rolls Royce também foram modificadas. Seu conceito já está principalmente nos asiáticos. Há um site clamando à BWM para a saída do Chris, por mim fica.

O que agrada e vende é o desenho da tecnologia e a tecnologia do desenho.